Principais estatísticas das ações da BlackRock
- Desempenho na semana passada: 2%
- Intervalo de 52 semanas: $774 a $1.220
- Preço atual: US$ 1.094
O que aconteceu com as ações da BlackRock?
A BlackRock (BLK) fechou em US$ 1.094 na última sexta-feira, ganhando 1,1% no mesmo dia, já que a gigante da gestão de ativos passou por uma semana densa de desenvolvimentos, incluindo uma ação judicial movida por acionistas em 10 de fevereiro, uma sessão de trabalho de tokenização da SEC e a participação do CFO Martin Small na Conferência de Serviços Financeiros do Bank of America, tudo isso na mesma janela de 10 dias.
Na conferência do BofA, em 10 de fevereiro, Small delineou as prioridades estratégicas da BlackRock para 2026, destacando o crescimento sustentado da taxa básica orgânica de 12% no quarto trimestre de 2025 e US$ 530 bilhões de entradas de iShares para o ano inteiro, consolidando a posição da empresa como a maior gestora de ativos do mundo, com mais de US$ 14 trilhões em AUM.
O motor de crescimento por trás desse impulso abrange vários negócios que funcionam simultaneamente, com a aquisição da Preqin fechada em março, as integrações do GIP e do HPS gerando margens FRE acima de 50% e o negócio de ações sistemáticas absorvendo US$ 50 bilhões em entradas em pelo menos cinco estratégias de produtos distintas em 2025.
Enquanto isso, o mercado vê cada vez mais a BlackRock não apenas como uma gigante de ETFs, mas como uma plataforma diversificada de tecnologia financeira e mercados privados, com AUM de mercados privados atingindo US$ 676 bilhões e a empresa almejando US$ 400 bilhões em captação adicional de recursos até 2030.
Martin Small, CFO da BlackRock, declarou na conferência do Bank of America, em 10 de fevereiro, que "nos sentimos muito confortáveis com o fato de estarmos caminhando a 6%, 7%" no crescimento da taxa básica orgânica normalizada, fundamentando essa confiança em seis trimestres consecutivos acima de 5% e uma margem operacional ajustada de 45% no quarto trimestre de 2025.
Além disso, a ValueAct Holdings relatou uma nova participação de 695.000 ações na BlackRock em 31 de dezembro, enquanto a Viking Global dissolveu totalmente sua posição, refletindo uma convicção institucional divergente rumo a 2026.
A história mais ampla para a BlackRock se concentra em seu esforço para se tornar uma gestora de ativos nativa de carteira digital, com o ETF iShares Staked Ethereum Trust semeando em 17 de fevereiro e o envolvimento ativo da SEC em iShares tokenizados, sinalizando que a empresa está se posicionando para um canal de distribuição que acredita que acabará por atingir 4,5 bilhões de usuários de carteira digital em todo o mundo.
A opinião de Wall Street sobre as ações da BLK
O crescimento recorde de 12% da taxa de base orgânica da BlackRock no quarto trimestre, juntamente com a participação do CFO Martin Small na conferência de 10 de fevereiro e o lançamento do ETF iShares Staked Ethereum Trust, posiciona a história de diversificação de receita da empresa como cada vez mais confiável rumo a 2026.
O caso fundamental se baseia em números concretos: os analistas projetam que a receita suba de US$ 24,2 bilhões em 2025 para US$ 28 bilhões em 2026, um aumento de 15,7%, enquanto o EPS normalizado cresce de US$ 48,09 para US$ 54,44, um salto de 13,2%, sustentando a trajetória de composição plurianual da BlackRock.

Wall Street apoia firmemente a ação, com 9 compras e 4 superações entre 16 analistas em 20 de fevereiro, gerando uma meta de preço médio de US$ 1.328,44 contra um preço de fechamento de US$ 1.093,64, o que implica uma alta de 21,5% em relação aos níveis atuais.
A faixa-alvo varia de US$ 1.200 na parte baixa a US$ 1.550 na parte alta, o que significa que até mesmo os analistas mais cautelosos veem uma alta significativa enquanto os touros precificam a execução completa dos mercados privados e ambições de tokenização da BlackRock.
O que diz o modelo de avaliação?

Ancorado pelos mesmos catalisadores de integração GIP, HPS e Preqin que impulsionam a confiança institucional, um modelo de avaliação de caso médio tem como meta as ações da BLK em US$ 2.100,34 em dezembro de 2030, o que implica um retorno total de 92,1% e uma TIR anualizada de 14,4% em relação aos preços atuais.
O principal risco é a compressão múltipla, já que o P/L das ações da BLK está projetado para se contrair a um CAGR negativo de 0,6% no cenário intermediário até 2031, o que significa que o crescimento dos lucros deve sustentar as ações sem expansão da avaliação, deixando pouco espaço para erros de execução em suas três principais integrações.
A US$ 1.093,64, as ações da BLK são negociadas com um desconto de 21,5% em relação à meta de consenso dos analistas e um desconto de 92,1% em relação ao modelo de médio prazo para 2030, fazendo com que as ações pareçam subvalorizadas para os investidores dispostos a mantê-las durante o ciclo de integração.
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